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“The Path” é uma série fantástica gente! Original do site Hulu, um baita roteiro e fotografia. Não recebe a merecida divulgação e destaque. A galera realmente não sabe apreciar ótimas produções. Só dizendo…

A série aborda um grupo de pessoas que vive numa seita há vários anos e o que enfrentam dentro das suas regras, suas limitações, sua vivências com o resto da sociedade e na sua necessidade de sobrevivência.

Adooooro como mostra o lado bom e lado ruim de todas as pessoas e como podemos estar em qualquer lado desses extremos em qualquer momento de nossas vidas.

Acho mais incrível ainda como por meio da série, você consegue identificar todas as nuances relacionadas com a manipulação que sofremos diariamente na nossa sociedade.

Ao mesmo tempo que é muito bacana ver como a série constrói essa questão de ser praticante ou não de uma religião nos dias de hoje. Estamos todos atrás de afeto, perdão, esperança e como a espiritualidade por meio de suas diversas religiões responde esta demanda.

Para quem gosta de sutilidade em meio a um drama político: Não pode perder! Apesar que tem um pouco de tudo: sexo, comédia, drama, assassinato, política, polícia, família.

Claro que também não dá para esquecer esse elenco simplesmente fantástico que reúne nada mais nada menos que: Hugh Dancy (virei fã do cara depois de Hannibal onde ele interpretava Will Graham, e que série e que papel cara, mas em outro post falo só disso pq merece hehehe), Aaron Paul (siiiim o Jesse de Breaking Bad viva viva! sigo ele em todas as redes sociais e queria que fôssemos melhores amigos, só dizendo hehehe), Michelle Monaghan e Clark Middleton. BRAVO! Destaque especialíssimo para as atuações do Hugh e do Aaron, que a cada assassinato, a cada drama e a cada crise dão um shooooooooooooooow de atuação, merecedor de EMMY!

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Fica a dica galera. Beijão!

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Já assisti muitos revivals. Tantas decepções que estragaram algumas lindas primeiras e segundas impressões. “Um ano para recordar” poderia destruir o ano, ou ganhar na mega sena!

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No dia 25 de novembro às 6h, quando sairam os 4 episódios de “Gilmore Girls: A Year In The Life”, apenas rezei para que o revival não destruísse de novo uma das séries mais importantes da minha vida.

Pequenas semelhanças com a vida real: perdi meu pai aos 3 anos e vivi apenas com minha mãe por muito tempo, casos de amores tão intensos quanto os de Rory e Lorelai, vício por maratonas de filmes e séries com tantas junk foods, e ainda um leve amor por café e jornalismo. Poderia citar aqui mais uma lista enorme de coisas que me aproximaram de Gilmore Girls a 16 anos atrás (como Rory, sou meio neurótica e obsessiva com listas e organização), mas acredito que basta dizer que ela foi minha primeira paixão madura de seriado.

Antes do revival, já havia assistido todas as temporadas de Gilmore Girls pelo menos umas 5 vezes. Poucos meses antes assisti mais uma vez. Queria entrar de cabeça no revival com tudo muito fresco, pra captar todas as referências e não deixar passar nada, absolutamente nada batido.

Às 6h então acordei, peguei meu café, que hoje em dia não tomo por problemas no estômago hehehehe, sentei na minha cama com meu notebook e assisti o primeiro episódio: “Inverno”. Meu deus, foi como se meu coração pulasse da boca e eu nunca tivesse “saído” de Stars Hollow.

Que fantástica a atuação de Kelly Bishop em nome do personagem do ator Edward Herrmann. Que maravilhosa a escrita desse roteiro incrível de Amy Sherman-Palladino e de Daniel Palladino. É realmente como se nunca tivessem ido embora. Mas foram. E voltaram trazendo todas as nuances da globalização, da tecnologia, da atualidade, e mantendo o lado mágico e fantasioso que é a comunidade de Stars Hollow.

Eu tinha que trabalhar, ainda era sexta feira. Fui no supermercado, comprei tudo que podia lembrar da lista de junk food de Lorelai e Rory e fui pra casa às 20h para fazer minha maratona dos últimos 3 episódios. Não havia nadaaaaaaa e nenhuuum convite na história da humanidade que me faria perder essa noite em minha casa sozinha hehehehe…

BEST DAY EVER!!! O revival foi muito bom, trouxe toda a turma de volta. Senti falta apenas de Marty, Lucy, Dave, TJ, Liz e o Tristan real kkkkk… Mas já percebe-se a ginástica para encaixar todo mundo nos 4 episódios, acho que é saudável não abusar da sorte hehehe..

Para quem nunca assistiu a série, gira em torno da relação de uma mãe (Lorelai) e filha (Rory), e delas com os pais de Lorelai, num processo dramático, intenso, cômico e rápido de vida real retratada numa cidade fantasiosa e dos sonhos. É um pouco de identificação com o que você vive, mas um verdadeiro escape da realidade.

É drama, mas é comédia. Você ri, você chora. Na época não havia nada rolando na TV nesse perfil. No último ano os criadores da série não puderam estar a frente do programa, portanto ainda tinham algo a dizer, alguma história pra contar. E com a realidade atual do Netflix, acredito que surgiu também a oportunidade perfeita disso acontecer.

Que feliz é saber que todo o esforço que fizeram em conciliar agendas, trabalhar dentro de orçamentos e agendas, nos trouxeram até aqui.

Alexis Bledel e seus três “maridos” foram perfectos! Que closure para estas relações, quem me dera na vida real também tivéssemos estas oportunidades kkkkkkk PS.: sou #timeJess all the way.

Mas os grandes astros desse revival sem dúvida foram Lauren Graham e Scott Patterson. Atuação impecável unido a um roteiro perfeito, tornou emocionante o enredo. O sonho de toda série é vê-los juntos do início ao fim, desse jeitinho que os Palladinos conseguiram dialogar conosco no 4o episódio, pessoalmente o MELHOR: “Outono”.

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Encerrou com chave de ouro e cerejinha no topo do bolo (feito pela Sookie hihihi) :*

Superbad. 

Cara, vou te dizer que acho que o povo tá sendo crítico demais. Me deu uma bad ler comentários na internet. Gente intolerante.

Eu também não gosto da Rede Globo. Não vejo novela. Na real eu nem tenho televisão e não ligo uma faz mais de meses.

Mas eu curti demais essa tal de “Supermax”. Assisti os 11 episódios em 2 dias. Acho que apesar da Rede Globo, podemos valorizar um pouco mais as obras do nosso país e dos nossos artistas. Nós também produzimos coisas muito boas e podemos fazer ainda mais.

Se você for considerar que é a primeira superprodução de seriado semanal brasileira nesse patamar/nível, acho que super valeu.

De início, a história parece meio sem pé na cabeça. Eu fui assistir na real pensando que ia ser que nem alguns filmes dos EUA. Uma vibe meio BBB que se transforma em muitos assassinatos entre os participantes e que se descobre que a própria produção do programa é meio psicopata e quer matar pessoas e tal. Tudo a nível de terror psicológico. Não deixa de ser, mas ela tem muito mais terror e ficção científica junto, não era o que eu estava esperando.

A série vai muito além no aprofundamento psicológico de cada personagem e suas ações, aborda temas polêmicos e de onde as pessoas são capazes de chegar acreditando que estão fazendo a coisa correta, assim como para justificar a paranormalidade do que anda acontecendo no presídio.

Não dá para argumentar muito sem dar vários spoilers. Então acho que vou ficar por aqui. Não sei se consegui convencê-los a assistir. Até porque é muito difícil a gente tirar aquela visão intrínseca estabelecida pela Rede Globo aos personagens mais conhecidos da série: Mariana Ximenes, Pedro Bial, Cléo Pires, etc.

Mas se esforcem galera, desbanquem seus preconceitos globais e partiu assistir “Supermax”.

Ansiosíssima pelo último episódio em dezembro. Falta muitos buracos na história para fechar ainda.

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This is real. This is love. This is life.

 

Pensei muito sobre com qual série iria começar esse blog. O objetivo é ser o mais fidedigno com o momento presente possível. E eu acabei de assistir o quinto episódio de “This Is Us”, uma das novatas que vem me surpreendendo desde o seu primeiro episódio.

Encarnei em assistí-la porque vi esse recado logo no comecinho da season premiere:

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Pensei o quê? Ahhhh vai ser uma vibe meio “Sense8″, partiu ver qualé.

Leeeedo engaaaano. Apesar do roteiro iniciar contando a história de 5 pessoas ao redor do país (aqui sendo os EUA) em aniversário aos seus 36 anos e como se dá o desenrolar dessas 5 vidas… não é NADA parecido com “Sense8″.

Para aqueles que sentiam falta de um boooom e velho drama, ao estilo old school familiar, sem definição certeira: BINGO! Não vou revelar o big plot twist do final do primeiro episódio, mas digamos que é um jeito muito novo de contar o velho.

Apaixonei-me a primeira vista! Coisa que me é rara, visto que normalmente demoro uns episódios para pegar apreço kkkkkk…

Não tem vampiros, nem zumbis, nem apocalipses, nada de tecnologia, nem violência, nem serial killers, nem advogados, médicos ou policiais. (Nada contra eles, certamente vocês os verão por aqui também) Maaaaas a série aborda assuntos como: família, raça, luto, adoção, obesidade, solidariedade, várias outras lutas diárias que cada um de nós vivemos, e com certeza com algum personagem você irá se identificar.

Cara, sério. Não perde essa chance, não.

E tem mais, reúne uma gama de atores fantásticos que não deixam a desejar. Chorei litros de lágrimas com cada um deles já!

Justin Hartley, Chrissy Metz, Mandy Moore (lembra dela? hehehe), Sterling K. Brown (ele ganhou o Emmy esse ano por “American Crime Story: The People vs. OJ Simpson”, que vou teeeeer que falar pra vocês em outro momento) e Milo Ventimiglia (lembra o namorado da Rory Gilmore? Aquele que não é só lindo, tesão, bonito e gostosão, mas ainda é sensível e inteligente? Lembra?).

Os atores secundários também não perdem uma chance de nos emocionar e fazer rir.

A série é aquele misto: meio drama, meio comédia! Como a realidade, como o amor, como a vida. Como nós!   ❤

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